EstevezAlvarez

Energia · Mobilidade elétrica · Modelagem de cenários

Projeção 2035: quando a recarga acontece importa tanto quanto quanto se consome.

Estudo interativo de cenários nacionais para 2026–2035, com bases da Senatran e da ABVE e referência horária do ONS. O painel compara recarga sem coordenação, gestão inteligente e V2L, com atenção à demanda coincidente no período de ponta.

Visualização da Projeção 2035 sobre mobilidade elétrica e impacto da recarga na rede

O que o projeto investiga

A Projeção 2035 organiza hipóteses de crescimento da frota elétrica e testa seus efeitos sobre a curva horária de demanda. O usuário pode selecionar a base de veículos, a trajetória até 2035, o percentual da frota em recarga, a potência efetiva, a energia por sessão e a parcela flexível da demanda.

O modelo compara três estratégias: sem gestão, gestão inteligente e gestão inteligente com V2L. No evento noturno, a recarga sem gestão é distribuída entre 18h, 19h e 20h, preservando a energia total e evitando uma concentração artificial em uma única hora.

As bases são apresentadas separadamente. A Senatran fornece o estoque cadastral nacional por rótulo de combustível; a ABVE fornece emplacamentos de veículos leves por tecnologia. Esses universos não são somados. A referência do ONS é histórica, e os resultados devem ser lidos como cenários de planejamento, não como previsão oficial da carga total de 2035.

Na versão atual, o bloco noturno usa 30% às 18h, 40% às 19h e 30% às 20h. O V2L atua sobre o mesmo intervalo. A energia de mobilidade, a energia disponibilizada ao V2L e as perdas de reposição permanecem explicitadas no balanço.

2035Veículos elétricosResposta da demandaV2LONSSenatranABVED3.js

Explore os dados, não apenas o resultado.

Os principais parâmetros permanecem abertos à inspeção e alteração. O painel permite comparar as duas bases nacionais e observar como a escala do impacto varia com a frota, a potência, a energia por sessão, a flexibilidade e a participação no V2L.